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Corpo de Fuzileiros Navais é tema de conferência ao CAEPE

O Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (CAEPE) da Escola Superior de Guerra (ESG) recebeu, no dia 6 de agosto, o Almirante de Esquadra (FN) Alexandre José Barreto de Mattos, Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, para uma conferência.  Com a temática “O papel do Corpo de Fuzileiros Navais”, o Almirante apresentou aos estagiários a história, estrutura, missão, emprego, preparo e natureza do Fuzileiro Naval.  Criado com influência do Exército e da doutrina americana, 211 anos atrás, atualmente o Corpo de Fuzileiros Navais possui em seus quadros 18.000 militares, sendo cerca de 900 oficiais. “Nossa razão de ser é defender o patrimônio brasileiro no mar”, enfatizou o Almirante Alexandre.   Na ocasião da conferência, o Almirante Alexandre estava acompanhado dos Vice-Almirante Paulo Martino Zuccaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, Vice-Almirante Cesar Lopes Loureiro, Comandante do Pessoal de Fuzileiros Navais, ViceAlmirante Jorge Armando Nery Soares, Comandante do Material de Fuzileiros Navais, e do Contra-Almirante Renato Rangel Ferreira, Comandante do Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo.  Ao fazer uso da palavra, o Almirante Renato destacou a versatilidade dos fuzileiros: “A gente sai do mar, volta para o mar, mas atua na terra e no ar”. A frase resume bem as diversas frentes do CFN, que incluem operações anfíbias, ribeirinhas, de paz, especiais e de garantia da lei e da ordem. Os fuzileiros têm atuação principalmente no entorno estratégico brasileiro, o que inclui a costa oeste da África e as Américas. Há também um constante investimento no desenvolvimento social, com projetos de inclusão para pessoas com deficiência e esportes olímpicos. Na área da cultura, as tradicionais apresentações da Banda Sinfônica e da Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais estreitam os laços do CFN com diversos públicos. Iniciativas como a Escola de Liderança também despontam dentro e fora da Marinha, chamando a atenção de organizações militares de outras Forças e instituições civis.   “Temos uma estrutura organizacional capaz de cumprir as mais variadas missões”, concluiu o Almirante Renato.

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