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ESG e FIESP iniciam Ciclo de Atualização do Curso de Gestão de Recursos de Defesa

A Escola Superior de Guerra (ESG) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) realizaram a solenidade de abertura do Ciclo de Atualização do Curso de Gestão de Recursos de Defesa, no dia 5 de outubro. A solenidade marca o início de nove palestras realizadas por videoconferência que levarão conhecimentos sobre Defesa a mais de 100 participantes.

A abertura do evento foi realizada pelo Comandante da ESG, Almirante de Esquadra Wladmilson Borges de Aguiar, e contou com a presença do Subcomandante da Escola e Diretor do Ciclo, Major-Brigadeiro do Ar Leonidas de Araújo Medeiros Junior. Pela FIESP, participaram o Diretor Titular do Departamento de Defesa e Segurança da FIESP, senhor Carlos Erane de Aguiar, o Chefe de Gabinete da Federação, Tenente-Brigadeiro do Ar R/1 Aprigio Eduardo de Moura Azevedo, o Coordenador Executivo de Conselhos e Departamentos da FIESP, General de Divisão R/1 Adalmir Manoel Domingos, o Coordenador do Comitê de Proteção e Privacidade de Dados da FIESP, Coronel R/1 Carlos Alberto Demeterco, e a Gerente de Relações Institucionais do Departamento de Defesa e Segurança da FIESP, senhora Clara Martinolli Freire da Silva.

Ao declarar aberto o Ciclo, o Comandante da ESG ressaltou que “a parceria ESG e FIESP capacita pessoas em áreas de significativa importância da Defesa Nacional, como a Base Industrial de Defesa”.

Logo após a cerimônia de abertura ocorreu a aula magna, proferida pelo Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, Secretário-Geral do Ministério da Defesa, sobre o tema “A estrutura do Ministério da Defesa para a Gestão dos Recursos de Defesa”. Durante sua explanação, ele abordou a evolução do poder militar e sua importância histórica e apresentou a estrutura, o funcionamento e as atribuições em diferentes frentes da pasta, além do foco recebido pela indústria de Defesa.

Sendo o Brasil um país de dimensões continentais e dono de grandes riquezas, a atuação militar se torna vital. “Precisamos estar presentes no território nacional. As Forças Armadas têm capilaridade em todo o país, com diferentes programas. Muitas vezes, o único médico que um ribeirinho vai ver durante sua vida é o da Marinha, por exemplo”, afirmou.

Entre os desafios vislumbrados pelo Ministério para a Indústria de Defesa brasileira estão a manutenção da competitividade e o agregamento de produtos de alto valor para alcançar os mercados de ponta.

“Temos que unir nosso desenvolvimento tecnológico e nossa pesquisa voltada para o futuro da tecnologia e mostrar inovações aplicadas em Defesa, porque isso pode motivar a sustentação da indústria. Vimos o grande desempenho da indústria de Defesa durante a pandemia”, pontuou o Almirante. Ele ainda destacou que o futuro das Forças Armadas está ligado ao avanço de tecnologias como inteligência artificial, nanotecnologia, robótica e sistemas autônomos. Para concluir sua apresentação, citou o Barão do Rio Branco: “Nenhum Estado pode ser pacífico sem ser forte”. 

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